quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Aplicativo busca cliente para dividir valor de táxi

06/12/2012 - O Estado de S.Paulo

Não bastasse a fila de táxis nos aeroportos de São Paulo, o preço da corrida geralmente assusta de tão alto. Para tentar minimizar os dois problemas, o da espera e o do custo, os engenheiros de computação Helder Ribeiro, de 28 anos, e Murilo Pereira, de 24, criaram um aplicativo para smartphone Me Leva, que facilita na hora de encontrar alguém para rachar o táxi.

Funciona assim: o programa solicita dados do voo como número, hora e aeroporto de chegada, além de perguntar qual o seu destino na cidade depois de desembarcar. Faz uma busca para saber quem mais está saindo de um voo naquele horário e indo para o mesmo lugar que você. A partir daí, é só marcar o encontro dos passageiros. No começo, vai atender apenas quem chega ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, mas a ideia é expandir para Congonhas, Santos Dumont, Galeão e Brasília. O download do aplicativo será gratuito.

O download do aplicativo será gratuito e o serviço deve começar no dia 15 de dezembro. Ribeiro e Pereira também pretendem lançar uma versão web, que pode ser acessada de qualquer computador com internet. Para isso, querem uma base de dados de 5 mil usuários cadastrados antes do dia 15 - hoje, são pouco mais de mil. O site para o cadastramento é meleva.com.

"Fizemos uma conta para saber qual a chance de duas pessoas chegarem ao aeroporto no mesmo horário e racharem táxi sem esperar muito", diz Ribeiro, que usou dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. / ARTUR RODRIGUES E NATALY COSTA


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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Táxi ícone de Londres está próximo do fim

11/11/2012 - Folha de São Paulo

RODRIGO RUSSO
DE LONDRES

Os tradicionais táxis pretos, considerados um dos principais símbolos de Londres, correm o risco de não mais serem produzidos.

A Manganese Bronze, que os fabricava desde 1948, declarou no fim de outubro que não tem condições financeiras para prosseguir com os negócios. Já é administrada pela PricewaterhouseCoopers, uma das maiores auditorias no mundo.

Apesar de ser o último ano em que obteve resultado positivo, foi em 2007 que a crise na companhia dos "black cabs" começou. No mês de outubro, a empresa teve de fazer um recall de segurança de 400 carros.

Do início de 2012 até 11 de outubro, quando as ações pararam de ser negociadas, a companhia havia perdido dois terços de seu valor.

Após uma negociação sem sucesso com a chinesa Geely, segunda maior acionista da empresa, a Manganese Bronze não resistiu. Agora espera que a PwC consiga encontrar interessados em continuar a produção dos famosos táxis.

Procurada pela Folha, a direção da London Taxi Company, braço da Manganese, disse que não comentaria os problemas porque já não tem mais poder sobre a situação. Anteriormente, executivos da empresa disseram não saber se a produção de táxis seria retomada -uma ameaça a seus quase 300 funcionários.

VANS

Nos últimos anos, o modelo tradicional de táxis pretos, espaçoso e confortável para os passageiros, começou a ser ameaçado pela entrada de veículos no estilo van no mercado, no fim de 2008.

A Mercedes-Benz produz um concorrente, o Vito, e diz ter alcançado 40% da frota de Londres, estimada em 22 mil carros. A Peugeot também tem um modelo desenvolvido para taxistas, e a Nissan ingressará no mercado londrino no ano que vem.

A imprensa britânica lamenta a situação da companhia e a possibilidade de um ícone da cidade, homenageado na cerimônia de encerramento da Olimpíada de Londres, desaparecer.

Em artigo na revista "Spectator", o jornalista Martin Vander Weyer pede que a indiana Tata assuma os negócios, assim como fez com a Jaguar Land Rover, e torne os táxis novamente um sucesso.

Um dos blogs do jornal "Guardian" afirma que os táxis são o mais emblemático meio de transporte da cidade -embora seus preços sejam altos- e que têm um ar de gentileza e discrição ímpar.

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Sargenta Pimenta (2456)(02h01) há 3 horas
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Isto é ridículo... como têm coragem de querer acabar com uma identidade da cidade?
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Corrida de táxi pela tabela no Aeroporto Santos Dumont fica até 45% mais cara

31/10/2012 - O Globo

Segundo Secretaria municipal de Transportes, que fixou valores, cálculo levou em conta parte central de cada bairro

Na fila. Táxis à espera de passageiros no Santos Dumont: apesar de os usuários terem a opção de pagar pelo taxímetro, os motoristas só costumam aceitar pagamento pela tabela Gabriel de Paiva / O Globo

RIO Corridas de táxis comuns, os amarelinhos, cobradas pelas tabelas de tarifas prefixadas podem sair até 45% mais caras para os passageiros que chegam à cidade pelo Aeroporto Santos Dumont. Para Copacabana, por exemplo, a tabela estabelece R$ 29,50. Já pelo taxímetro sai por R$ 20 em média (até o início do bairro). Segundo a Secretaria municipal de Transportes, que fixou os valores, o cálculo levou em conta a parte central de cada bairro. Assim, quem pega um táxi para a Avenida Princesa Isabel ou para o Posto 6 pagará o mesmo valor. No caso de Copacabana, a rua usada como referência foi a Santa Clara. Além do Santos Dumont, há tabelas para táxis no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Rodoviária Novo Rio, no Píer Mauá e nos principais hotéis da orla.

No Santos Dumont, a tabela começou a valer em março deste ano, após a publicação de uma resolução da secretaria. Alguns passageiros reclamam dos valores, como a consultora Márcia dos Santos Pinto, que veio de São Paulo ontem para uma reunião de negócios no Centro do Rio.

É muito mais caro pagar pela tabela do que pelo taxímetro. Isso é um absurdo. Estou pagando R$ 17,50 por uma corrida que custaria cerca de R$ 9 disse Márcia Pinto.

Engenheiro prefere pagar pela tabela

Por e-mail enviado ao GLOBO, o leitor Marcelo Vargas Redes também reclamou. Ele se indignou ontem ao ser informado, no Santos Dumont, de que teria de pagar R$ 17,50 por uma corrida para o Centro, que normalmente sai por menos de R$ 10. Ele não aceitou a cobrança.

Mas há quem, para não cair em armadilhas de taxistas desonestos, prefira desembolsar o que está na tabela.

Acho que é mais seguro. Prefiro pagar mais. É melhor que ser enganado justificou o engenheiro Pablo Motta, que mora em São Paulo e trabalha no Rio.

Segundo a secretaria, a tabela foi criada para turistas e outras pessoas que não conhecem a cidade. Serve para inibir a ação de motoristas de táxi desonestos que, por exemplo, procuravam caminhos mais longos para chegar ao destino do passageiro como, por exemplo, ir do Santos Dumont para Copacabana via Tijuca.

Mas o que alguns usuários não sabem é que eles têm o direito de escolher pagar pelo taxímetro o uso da tabela é opcional. No Santos Dumont, ainda há a opção de pegar os táxis que, mesmo não sendo da cooperativa que atua no aeroporto, estão autorizados a pegar passageiros no desembarque. A medida está valendo desde a realização da Rio+20, em junho deste ano. Esses taxistas, no entanto, não podem circular na pista exclusiva junto ao terminal.

Apesar de o passageiro poder optar pelo taxímetro, na prática esse é um direito difícil de ser exercido no Santos Dumont. Um repórter do GLOBO testou o sistema na terça-feira sem se identificar. Ele entrou na fila de passageiros no desembarque e perguntou se poderia pagar uma corrida até o Centro no taxímetro. A resposta recebida foi de que isso não seria possível.

Com a gente, do lado de cá (na pista junto ao terminal), só na tabela disse o taxista.

Ao insistir no assunto, o repórter recebeu orientação para buscar um táxi do outro lado da pista ou, ainda mais distante, junto a um poste na última saída do aeroporto. Um guarda municipal que trabalhava nas proximidades do desembarque não soube dar mais informações sobre o sistema de cobrança. No entanto, apontou para táxis parados em outra pista, informando que eles cobravam só pelo taxímetro.

Taxistas também se queixam

A mudança não agradou a muitos motoristas que costumam pegar passageiros na saída do Santos Dumont.

Lá na frente só vale táxi da cooperativa que atende o aeroporto agora. Não podemos mais nem passar naquela pista, temos que buscar passageiros pelas beiradas queixou-se um taxista que se identificou apenas como Sérgio.

No Aeroporto Internacional Tom Jobim, uma resolução da Secretaria municipal de Transportes estabeleceu, em julho deste ano, que no Terminal 1 só podem circular táxis credenciados de duas cooperativas. Já no Terminal 2, os motoristas não credenciados podem esperar passageiros na pista da esquerda do setor de desembarque, como ocorreu durante a Rio+20. No mesmo terminal, táxis credenciados aguardam passageiros na pista à direita.


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domingo, 28 de outubro de 2012

Táxis londrinos são os melhores do mundo. Saiba o que você pode fazer para copiar essa eficiência

Táxis londrinos são os melhores do mundo. Saiba o que você pode fazer para copiar essa eficiência

18/10/2012 - O Estado de São Paulo

Táxis brasileiros não estão bem posicionados. Confira algumas dicas para fazer do táxi um bom negócio

ESTADÃO PME

Divulgação
Táxis de Londres foram eleitos os melhores do mundo pelo quinto ano consecutivo
Simpatia, conhecimento do trajeto, limpeza, segurança e qualidade de direção foram os pontos que fizeram os táxis de Londres serem escolhidos como os melhores do mundo pelo quinto ano consecutivo, segundo pesquisa da Hoteis.com divulgada nesta quinta-feira, dia 18. Os táxis londrinos venceram as cinco das sete categorias que serviram de parâmetro para a pesquisa. Os táxis brasileiros não estão bem colocados no ranking. São Paulo aparece na 35ª posição e o Rio de Janeiro em 50º lugar.
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Londres ficou com 11% dos votos, seguida por Nova York (6,4%), Tóquio (5,6%), Xangai (4,8%) e Bangcoc (4,35%). Apesar do bom desempenho em cinco categorias, os táxis londrinos foram eleitos os piores na categoria valor, liderada por Bangcoc. Nova York liderou a categoria disponibilidade de frota. A pesquisa ainda mostrou que 15% dos entrevistados nunca dão gorjeta para taxistas e 39% arredondam o valor da corrida.
Brasil
Em relação aos dados do Brasil, os entrevistados responderam quais as qualidades mais importantes no serviço de táxi. Por ordem de importância, os pontos citados foram: disponibilidade, simpatia, qualidade da direção, conhecimento do trajeto, limpeza, valor e segurança. A pesquisa ainda abordou o valor da gorjeta para o taxista. O resultado foi que 60% arredondam o valor da gorjeta, 20% dão 10% de gorjeta e 20% nunca dão gorjeta.
No caso do valor médio das corridas de táxi no País, 60% gastam entre R$ 3,16 e R$ 80 por mês com táxi, 20% gastam entre R$ 80 e R$ 158 e os outros 20% são divididos entre os que gastam entre R$ 158 e R$ 237 e os que gastam entre R$ 237 e R$ 316 por mês.
:: Dicas do projeto Taxista Empreendedor do Sebrae ::

Planejamento
Planejar é definir os objetivos do seu negócio, é estabelecer metas e criar os meios para atingi-las. O planejamento envolve a melhor aplicação dos recursos financeiros, a manutenção ou renovação do veículo e as estratégias para ampliar e atrair a clientela.
Organização
Organizar é coordenar as suas próprias atividades, aproveitando recursos e tempo ao máximo. Significa cuidar da burocracia – documentação, licenças, seguros etc.. Fazer os pagamentos em dia e prestar contas de contratos e serviços. Evitar o desperdício de dinheiro só traz benefícios. Afinal, as prestações de contas, os repasses e as remunerações são praticamente diários.
Controle
Controlar é acompanhar bem a aplicação dos seus recursos. Seja com planilha de computador ou com a boa e velha caderneta. O importante é conhecer bem os custos: a manutenção do veículo, o consumo, as corridas diárias e as despesas com todos os fornecedores.
Gestão eficiente
Quem trabalha bastante merece ser bem remunerado. Ao administrar bem o seu negócio, você aumenta as chances de conseguir os melhores resultados. E garante vida longa no competitivo mercado de transporte de passageiros. A chave para isso está no conhecimento, na informação e na capacitação. Para o sucesso com seu táxi, você deve ter conhecimento da gestão, do mercado, dos custos e do controle financeiro.
Passageiro
Atender bem o passageiro é o objetivo do negócio. Quem você leva no seu táxi vai avaliar e dar a nota do seu trabalho. Conhecer bem seus clientes é essencial.


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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Táxi de aeroporto terá tablet para passageiros

07/06/2012 - O Estado de São Paulo

500 aparelhos serão instalados em veículos que atendem Cumbica; prefeitura de Guarulhos vai comprar equipamentos por cerca de R$ 1,3 milhões

Táxis que saem do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, passarão ainda neste ano a oferecer tablets aos passageiros durante as viagens. Os 500 aparelhos serão instalados em veículos da cooperativa Guarucoop, a única autorizada a trabalhar dentro do aeroporto.

A ideia é que os passageiros possam ter informações sobre hotéis, restaurantes e eventos. O dispositivo deve ficar preso na traseira de um dos bancos dianteiros do veículo.

Em duas semanas, deve ser concluído o processo de licitação, que está sendo realizado pela Secretaria Municipal de Transportes de Guarulhos. De acordo com a estimativa da Guarucoop, o investimento será de aproximadamente R$ 1,3 milhão.

"Haverá também um canal de comunicação direto com a prefeitura de Guarulhos e os clientes ainda poderão avaliar o serviço oferecido", contou o presidente da cooperativa, Edmilson Sarlo Americano, por meio de nota.

O aparelho é um diferencial para compensar o preço de se optar pelo táxi na volta de Guarulhos a São Paulo, já que há opções mais baratas. A linha de ônibus comum que liga o terminal à Estação Tatuapé do Metrô (Linha 3-Vermelha), por exemplo, custa R$ 4,30. O ônibus executivo que liga o aeroporto a algumas estações e pontos da região central de São Paulo sai por R$ 35.

Já os táxis no aeroporto ficaram mais caros neste mês. Houve um reajuste de 9,85% no preço das corridas. Com isso, uma viagem do aeroporto para Pinheiros, na zona oeste, passou para R$ 130,23 - antes, o mesmo trajeto era feito com R$ 118,55. Para o Morumbi, na zona sul, o preço é de R$ 155 - ante os R$ 141,99 cobrados anteriormente. No entanto, os taxistas continuam sendo proibidos de cobrar bandeira 2 (mais cara, usada nos feriados e à noite).

Crimes. Táxis da cooperativa costumam ser alvo de criminosos. Nos últimos três meses do ano passado, a Guarucoop sofreu 40 roubos. Em dezembro, a polícia divulgou que prendeu dois líderes de uma quadrilha responsável pelos crimes.

Carro elétrico chega a São Paulo como táxi

05/06/2012 - Folha.com, Felipe Nóbrega

Dois táxis elétricos começam a circular na cidade de São Paulo a partir de segunda-feira (11). Os veículos, que não emitem poluentes e são abastecidos em tomadas de 220 volts, fazem parte de um programa piloto que irá avaliar a viabilidade desse tipo de automóvel no país.

Divulgação

Até outubro, a frota de táxis verdes da capital contará com 10 Leaf, o 1º elétrico comercializado em larga escala no mundo
Até outubro, mais oito Nissan Leaf serão incorporados à frota de "táxis verdes" da capital paulista. Com a missão de divulgar a tecnologia, os carros ficarão inicialmente localizados no ponto entre a avenida Paulista e a rua da Consolação.

Segundo a Adetax (Associação das Empresas de Táxis de Frota do Município de São Paulo), a corrida não terá tarifa diferenciada. A única restrição será quanto ao trajeto, que não poderá ultrapassar o míni-anel viário da cidade.

A preocupação deve-se ao fato de o carro elétrico ter menor autonomia que um modelo a gasolina, por exemplo. Uma recarga de oito horas permite ao Leaf rodar apenas cerca de 160 km.

Com preço unitário estimado em R$ 200 mil, o automóvel japonês foi cedido aos taxistas pela montadora, que planeja pleitear junto ao governo isenções de impostos para viabilizar a comercialização dos elétricos.o

quinta-feira, 14 de junho de 2012

SP recebe primeiros táxis elétricos 05/06/2012 - Webtranspo Cidade é a primeira da América Latina a ter esse projeto - Nissan LEAF foi o primeiro veículo 100% elétrico comercializado em larga escala no mundo A cidade de São Paulo recebeu, nesta terça-feira (5), os dois primeiros táxis elétricos que fazem parte do programa piloto para avaliar a viabilidade desses veículos na capital paulista, que é a primeira cidade da América Latina a ter um projeto neste sentido. Até o fim do ano, mais oito novos carros serão inseridos na frota paulistana. O acordo para o projeto foi assinado em junho de 2011 entre a Prefeitura de São Paulo, a Aliança Renault-Nissan, a AES Eletropaulo e a Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo). As duas primeiras unidades que desembarcaram na capital paulista são do modelo Nissan LEAF, primeiro veículo 100% elétrico comercializado em larga escala no mundo. A fase prática do projeto terá início no dia 11 de junho, quando os carros vão circular nas ruas da cidade. Os veículos ficarão no ponto localizado entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, à disposição de qualquer pessoa que tiver interesse nos serviços de transporte com emissão zero, e circularão em um circuito pré-definido dentro do mini Anel Viário da cidade de São Paulo. “A Nissan é a fabricante que está na vanguarda mundial da tecnologia de veículos elétricos. Ao participarmos esse programa do Táxi Elétrico em São Paulo, reafirmamos nossa missão mundial de promover uma vida mais amigável com a natureza e com o planeta sem comprometer o conforto da mobilidade urbana. Com mais este passo, reforçamos também nosso compromisso com desenvolvimento do Brasil, oferecendo um veículo com inovação e qualidade japonesa de emissão zero de poluentes”, afirma François Dossa, vice-presidente de Administração e Finanças da Nissan do Brasil. Para que seja feita a recarga dos modelos, 15 pontos de energia vão ser instalados em diferentes endereços. Por enquanto, a autonomia dos veículos é de 160 quilômetros e o carro necessita de seis horas para completar a carga. Até o fim do ano, serão implantados pontos de recarga rápidos, de apenas 30 minutos.  

05/06/2012 - Webtranspo

Cidade é a primeira da América Latina a ter esse projeto -

Nissan LEAF foi o primeiro veículo 100% elétrico comercializado em larga escala no mundo

A cidade de São Paulo recebeu, nesta terça-feira (5), os dois primeiros táxis elétricos que fazem parte do programa piloto para avaliar a viabilidade desses veículos na capital paulista, que é a primeira cidade da América Latina a ter um projeto neste sentido. Até o fim do ano, mais oito novos carros serão inseridos na frota paulistana.

O acordo para o projeto foi assinado em junho de 2011 entre a Prefeitura de São Paulo, a Aliança Renault-Nissan, a AES Eletropaulo e a Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo).

As duas primeiras unidades que desembarcaram na capital paulista são do modelo Nissan LEAF, primeiro veículo 100% elétrico comercializado em larga escala no mundo. A fase prática do projeto terá início no dia 11 de junho, quando os carros vão circular nas ruas da cidade.

Os veículos ficarão no ponto localizado entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, à disposição de qualquer pessoa que tiver interesse nos serviços de transporte com emissão zero, e circularão em um circuito pré-definido dentro do mini Anel Viário da cidade de São Paulo.

“A Nissan é a fabricante que está na vanguarda mundial da tecnologia de veículos elétricos. Ao participarmos esse programa do Táxi Elétrico em São Paulo, reafirmamos nossa missão mundial de promover uma vida mais amigável com a natureza e com o planeta sem comprometer o conforto da mobilidade urbana. Com mais este passo, reforçamos também nosso compromisso com desenvolvimento do Brasil, oferecendo um veículo com inovação e qualidade japonesa de emissão zero de poluentes”, afirma François Dossa, vice-presidente de Administração e Finanças da Nissan do Brasil.

Para que seja feita a recarga dos modelos, 15 pontos de energia vão ser instalados em diferentes endereços. Por enquanto, a autonomia dos veículos é de 160 quilômetros e o carro necessita de seis horas para completar a carga. Até o fim do ano, serão implantados pontos de recarga rápidos, de apenas 30 minutos.

 

Prefeitura apresenta primeiros carros elétricos a circular em São Paulo

05/06/2012 - O Estado de São Paulo

Cronograma do projeto prevê apenas dez carros em operação até o fim do ano; frota atual é de cerca de 30 mil veículos

Bruno Ribeiro - O Estado de S.Paulo

Helvio Romero/AE
Kassab na apresentação dos carros elétricos
A Prefeitura de São Paulo apresentou na manhã desta terça-feira, 5, os dois primeiros táxis elétricos que vão circular na cidade. São os primeiros modelos em operação na América Latina.

Os ganhos ambientais do projeto serão tímidos, pelo menos nos próximos anos. Embora esses veículos não emitam gases poluentes, o cronograma do projeto prevê apenas dez carros em operação até o fim do ano, sem nenhuma expectativa para substituição total da frota de táxi da cidade, que é de cerca de 30 mil veículos.

Com o projeto, a prefeitura toma partido a favor da montadora japonesa Nissan – e de outras fabricantes de carros elétricos que enfrentam uma pesada carga tributária, inviabilizando o comércio desse tipo de veículo no Brasil. A expectativa da montadora é que, com os táxis como “vitrine” para divulgar os ganhos ambientais do carro elétrico, seja mais fácil convencer o governo federal a reduzir as taxas e retirar outras barreiras burocráticas que impedem o comércio desses veículos no País.

Cada táxi elétrico custou cerca de R$ 200 mil, mas eles serão usados em regime de comodato entre a Nissan e duas empresas de frota de táxi da cidade . Segundo a fabricante, no exterior, eles chegam a ser vendidos por US$ 25 mil (ou pouco mais de R$ 50 mil).

Testes. Os táxis elétricos têm autonomia de 160 quilômetros e demoram, hoje, seis horas para terem a bateria recarregada. Um táxi comum, com motor a combustão, roda, em média, 200 quilômetros por dia na cidade – e consome meio tanque de combustível.

A AES Eletropaulo, que faz parte da parceria responsável pelo projeto, promete instalar até outubro, quando os outros carros chegarem, pontos de recarga rápida, onde a bateria poderá ser abastecida em 30 minutos.

Os modelos ficarão em teste no ponto da esquina entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação.