quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Táxi na estação funciona em 32 estações da CPTM

26/10/2010 - CPTM Notícias

"TÁXI NA ESTAÇÃO" FUNCIONA EM 32 ESTAÇÕES DA CPTM

Você sabia que a CPTM tem um serviço que facilita o acesso a táxis em 32 estações? Trata-se do programa "Táxi na Estação", que visa oferecer aos usuários a possibilidade de complementarem o trajeto de táxi, de uma forma simples e rápida,

Nas estações Cidade Jardim, Santo Amaro e Morumbi, o táxi pode ser solicitado a partir de um aparelho similar a um interfone instalado em área visível e devidamente identificado. Por meio do equipamento, os usuários podem chamar, gratuitamente, um táxi do ponto mais próximo à estação. 

Já nas outras 29 estações, como há um ponto logo na saída da estação, existe comunicação visual indicando como chegar até os táxis. 

O programa "Táxi na Estação" tem como objetivos ampliar a segurança e a comodidade do usuário, bem como integrar os meios de transporte, diminuindo o trânsito na cidade. A ideia é oferecer mais uma facilidade ao usuário, que tem a opção de completar o seu percurso de táxi.

Veja onde é possível acessar táxis na CPTM:

Linha 7
Jundiaí
Luz

Linha 8
Júlio Prestes
Barra Funda
Imperatriz Leopoldina
Gen. Miguel Costa
Carapicuíba
Barueri
Jandira

Linha 9
Osasco
Cidade Universitária
Pinheiros
Hebraica - Rebouças
Vila Olímpia
Granja Julieta
Cidade Jardim [com telefone]
Santo Amaro [com telefone]
Morumbi [com telefone]

Linha 10
São Caetano
Tamanduateí
Santo André
Mauá
Guapituba
Rio Grande da Serra

Linha 11
Tatuapé
Ferraz de Vasconcelos
Poá
Jundiapeba
Mogi das Cruzes

Linha 12
Jardim Helena - Vila Mara
Eng. Manoel Feio
Calmon Viana

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Aeroporto é palco de brigas e ameaças

25/10/2010 - Jornal do Commercio (PE)

O Aeroporto Internacional do Recife é palco de uma verdadeira guerra entre taxistas. De um lado estão os motoristas cadastrados, de tarifa comum ou especial. Do outro, ficam 60 taxistas que alegam rodar na região há muito tempo e que ficaram de fora da seleção feita pela Prefeitura do Recife na época de João Paulo. Segundo os taxistas cadastrados, a desavença já chegou as via de fato, com brigas e ameaças entre os grupos. No meio, estão os clientes, incluindo turistas de toda a parte do mundo, que são avisados constantemente pelas caixas de som do aeroporto para não pegarem carros não cadastrados, enquanto são abordados pelos motoristas avulsos, chamados de "miões" pelos outros, pois costumam "miar" nos ouvidos dos passageiros, alegando que cobram tarifas menores e são homens de confiança.

Os motoristas do lado de fora dizem que a quantidade de táxis cadastrados no aeroporto é pequena para atender a demanda de passageiros. "Tem hora que chegam três ou quatro voos de uma vez e fica uma fila de até 30 pessoas esperando táxi. Mesmo quando os passageiros embarcam nos nossos carros ainda fica faltando veículo para atender todo mundo", explica o taxista Rosenilton de Lima, 52 anos. Ele diz que faz ponto na região há 25 anos, mas não foi selecionado pela prefeitura. "No começo, eles disseram que a gente ia entrar. Fizemos cadastro e tomamos até vacina contra febre amarela, mas depois a PCR colocou só motorista com carro novo e do conhecimento deles".

O tesoureiro da Disk Taxi, Gervásio Belarmino, auxiliou a PCR na seleção e conta que, na época, os candidatos tinham que fazer um teste sobre conhecimento dos pontos turísticos do Estado, ter um carro novo e nenhum ponto na carteira de motorista. Hoje, as exigências não são mais as mesmas. "A Infraero nunca conseguiu acabar com os táxis que ficam do lado de fora. É uma briga difícil de desmanchar. O aeroporto é o melhor ponto da cidade", acrescenta Gervásio Belarmino.

Segundo os taxistas, o bom de rodar no aeroporto é a alta probabilidade de levar passageiros para cidades como Caruaru, para as praias do Litoral Sul e até para João Pessoa, na Paraíba. As viagens são bem mais lucrativas do que as corridas dentro da cidade, onde o gasto de combustível é maior. A ironia de rodar no ponto do aeroporto é que muitos taxistas "irregulares" ganham mais do que aqueles que são cadastrados. Boa parte dos que ficaram de fora da lista tem carro próprio e não paga a comissão do dono do veículo. Eneilton de Almeida, 45 anos, taxista cadastrado na tarifa comum fica com apenas 33% do faturamento do táxi. Ele está no aeroporto há dois anos e deixou o trabalho como caminhoneiro para ficar mais perto da família. O salário gira em torno de R$ 1.500 a R$ 1.700 por mês. Para se ter uma ideia, Rosenilton de Lima, fatura cerca de R$ 3 mil por mês.

"Tem dia que é bom porque consigo viagem e dá pra levar mais dinheiro pra casa. Mas é difícil. O pior daqui é a carga horária", reclama Eneilton Almeida. Ele trabalha das 7h às 19h, dia sim, dia não. Conseguiu um ponto no aeroporto através do sobrinho, que trabalhava para um dos diretores da cooperativa. O proprietário do veículo dirigido por Eneilton tem mais um carro rodando no ponto do aeroporto com outro motorista. Um taxista do aeroporto, que preferiu não se identificar, disse que tem gente com cinco ou seis carros rodando com diversos motoristas no local. Os taxistas do lado de fora conseguem ganhar o passageiro sobretudo quando ele vai para outras cidades. Para levar alguém para Caruaru ou João Pessoa, eles cobram R$ 150. A tarifa especial para essas duas cidades sai por R$ 251. Os preços cobrados para levar o passageiro para alguns bairros também é salgado. Casa Forte fica por R$ 48 na tarifa especial. Bairro Novo, em Olinda, por R$ 59.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Máfias de táxis loteiam áreas públicas no Rio e em São Paulo

11/10/2010 07h32 - Bom Dia Brasil

Uma reportagem do Fantástico revelou esquemas de corrupção na disputa por pontos de táxi. Quem deveria aplicar a lei se beneficia diretamente. O suborno é às claras e envolve muito dinheiro.
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Em São Paulo, há 32 mil alvarás para táxi. A prefeitura não libera mais novas licenças. Um mercado negro cresce à margem da lei.

Produtor - O proprietário tem que fazer para mim uma doação?
Homem - Lá ninguém pode falar em dinheiro. Se falar em dinheiro lá, os dois perdem.
Produtor - Não pode falar em dinheiro?
Homem - Lá simplesmente ele está saindo e você está entrando.

“Se o departamento de transporte público de São Paulo constatar que alguma irregularidade dessas, existem as penalidades, que vão de multa até a cassação do alvará ou daquela autorização para conduzir táxi”, informa Eliziário Barbosa, do Departamento de Transportes Públicos – SP.

No Rio de Janeiro, muitas irregularidades. Cooperativas dominam pontos e impedem taxistas de pegar passageiros. É o que acontece no Aeroporto Internacional Tom Jobim.

“Só carro do aeroporto. Pode passar só do lado de fora”, diz um homem.

No maior shopping da zona sul, o ponto de táxi também foi loteado, apesar de ser uma área pública.

Homem - Aqui é um ponto, está ligado? Estão dois taxistas aqui do ponto. Tu pode até aguardar na frente, quando não tem táxi, eu deixo passar tu.
Produtor - Mas é que eu estou querendo entrar no esquema do ponto.
Homem - Tem uma vaga vendendo, cara. Só sei que a vaga para vender está R$ 15 mil.

A rodoviária do Rio de Janeiro é outro ponto dominado pela máfia dos taxistas. Com um agravante: policiais fariam parte do esquema.

“Aqui é fechado, já tem carro demais aí, e daqui a pouquinho nego vai furar teus pneus. O ponto aqui é da polícia. Se ele vir aqui vai te entupir de multa, só vê as multas chegando em casa. A gente paga e ele ainda multa a gente”, informa um taxista.

Na Avenida Rio Branco, centro financeiro e empresarial da cidade, guardas também se beneficiariam dos pontos clandestinos.

Mulher - Aqui não é bem um ponto, é um negócio ilegal. Não dá multa não porque os guardas já conhecem todos. Meus carros têm um símbolo, uma interrogação. Eu conheço por isso. Quando os guardas vêm, já conhece os carros por causa disso.
Produtor - Todo mundo tem essa interrogação, o guarda já sabe e não multa?
Mulher - Já sabe e não multa.

O esquema da propina se repete no Aeroporto Santos Dumont - principal ponto de chegada para quem faz a Ponte Aérea Rio-São Paulo.

Produtor – Quanto que deixo? O mesmo de ontem?
Guarda - Quanto foi que você deixou?
Produtor – R$ 20. Melhor te entregar no carro?
Guarda – Não. Você deixa na mão e entrega.
Produtor – Já tenho separado. Vou deixar no banquinho.
Guarda – Não
Produtor – Vou amarrar o tênis e colocar aqui. Está garantido. Não vou ter multa?

No fim, o guarda recolhe o dinheiro e esconde dentro da meia. O subsecretário de transportes do Rio de Janeiro disse que é difícil fiscalizar os pontos de táxi.

“Quando a fiscalização está lá, essa privatização não ocorre, basta a fiscalização se ausentar, e volta a ocorrer. Não existe ponto privativo de cooperativa A, B ou C ou qualquer pessoa que se nomeie dono de cooperativa”, justifica o subsecretário de Transportes – RJ, coronel Eduardo Frederico Cabral.

O subsecretário de transportes do Rio de Janeiro disse também que é preciso ter provas que evidenciem um desvio de conduta do guarda municipal que apareceu colocando dinheiro na meia para que haja punição.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Paraná tem seu primeiro táxi elétrico

Webtranspo - 01/10/2010 - 

Novo sistema passa por testes de viabilidade
Nesta semana, o governo do Paraná colocou em circulação, em São José dos Pinhais, o primeiro táxi elétrico do Brasil. O veículo atenderá os usuários do Aeroporto Afonso Pena, onde a Copel instalou o primeiro ponto de para recarga para automóveis elétricos, chamado de eletroposto.
“Mais uma vez, o Paraná sai na frente. Esse veículo elétrico é o primeiro de uma frota limpa. Lançamos aqui uma tendência que, esperamos que dentro em breve, se estenderá a ônibus, vans e carros de passeio”, disse o governador Orlando Pessuti.
O carro elétrico que passa a ser testado como táxi é um projeto que envolve estudos conjuntos da Copel, Itaipu Binacional e Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec).
Com as baterias totalmente carregadas, o automóvel possui autonomia para rodar 150 quilômetros. São necessárias oito horas para a recarga total, mas o eletroposto da Copel também permite cargas rápidas, realizadas em 30 minutos. Um dos objetivos dos testes é desenvolver tecnologia para que o tempo de recarga total não ultrapasse cinco minutos.
Ainda não há custos definidos para a energia disponível no eletroposto, mas estima-se que a carga cheia custe entre R$ 5 e R$ 8. Para a recarga do veículo, o motorista usa um cartão pré-pago desenvolvido pelo Lactec, que libera o crédito para a energia. “Logo, o motorista poderá o abastecer o automóvel com energia, e o débito será lançado na conta mensal da Copel”, adiantou Pessuti.
“Este projeto mostra que nossa capital tem condições não apenas de sediar jogos da Copa, mas também de desenvolver uma infra-estrutura avançada na área de energia, tanto com os eletropostos quanto com a implantação de uma rede inteligente de energia, o chamado smart grid”.